Os lançamentos mais comentados do momento nos gêneros que dominam a pista, selecionados e comentados pela N9VE. Dê o play aqui mesmo e leve o que gostar pro seu set.
De Molella a Sara Landry: eurodance, trance renovado e hard techno pesado pra turbinar o set
- 1. Molella, Walshy Fire, KG Man, Prime Punk — Bam Bidi Bam
Molella junta referência de eurodance clássico com dancehall e entrega um refrão de resposta que gruda rápido. A percussão pesada e o baixo de festival fazem a faixa funcionar tanto pra abrir quanto pra injetar energia no meio do set. Boa pedida pra quem gosta de misturar sotaques dentro da pista.
- 2. Blasterjaxx, B Jones — Thank You For The Love
Blasterjaxx mantém o peso de mainstage e soma a voz de B Jones numa progressive house direta, sem rodeio. O drop chega rápido e entrega aquele impacto de festival que funciona bem em pico de set. Boa opção pra transição entre blocos mais vocais e mais pesados.
- 3. DIM3NSION, Frankyeffe — Moonfire
Trance moderno com camada melódica construída aos poucos, do tipo que a A State of Trance costuma empurrar pra topo das paradas. A dupla segura a tensão até o breakdown e solta um drop redondo, sem exagero. Serve bem pra quem quer elevar o clima sem perder o embalo.
- 4. Giuseppe Ottaviani, Hypaton — Soundboy
Giuseppe Ottaviani mantém a mão pesada em trance progressivo e junta a Hypaton pra uma faixa mais dançante, com groove que lembra tech trance. É das faixas que seguram bem o meio do set, sem pesar demais nem perder o embalo. Toca redondo tanto em pista fechada quanto em festival aberto.
- 5. Mauro Picotto, Matty Ralph — Lizard
Mauro Picotto volta ao formato mais cru de trance que marcou a cena no fim dos anos 90, agora com acabamento atual ao lado de Matty Ralph. O groove é repetitivo de propósito, pensado pra hipnotizar a pista aos poucos. Boa escolha pra quem gosta de um trance mais seco, sem vocal.
- 6. SIKOTI — Satellite
SIKOTI segue na linha hard trance que vem marcando o nome dele nos line ups de festival, com batida mais acelerada e textura mais industrial. A faixa entrega bastante tensão sem precisar de vocal, o que ajuda na hora de emendar com techno mais pesado. Funciona bem como ponte entre trance e hard techno no set.
- 7. Sara Landry, Electric Universe — Divine Intervention
Sara Landry abre o álbum novo misturando hard techno com elementos de psytrance e hardstyle, em parceria direta com a Electric Universe. A faixa título mostra ela saindo um pouco da fórmula mais crua que já conhecemos, sem perder a pegada pesada. Vale ouvir pra quem acompanha a evolução do hard techno atual.
- 8. Caiiro, Salif Keita — Madan (Caiiro Remix)
Caiiro pega a voz de Salif Keita, uma das referências da música da África Ocidental, e constrói um afro house com camadas percussivas longas e clima quase ritual. É uma faixa pra deixar respirar, com build lento que recompensa quem segura no set. Boa escolha pra quem quer sair do afro house mais repetitivo.
- 9. JVNA — Gravity
JVNA volta a cantar em cima da própria produção numa melodic bass mais intimista, com camadas que lembram trilha de filme. A faixa foge do drop mais óbvio e aposta em clima, o que ajuda em momentos de respiro no set. Serve bem pra quem gosta de misturar bass music com algo mais emocional.
- 10. Kirik — MASQuerade
Kirik entrega um tech house denso, com percussão insistente e camadas melódicas sutis que vão se somando aos poucos. É faixa pensada pra build longo, sem drop chamativo, apostando no groove pra segurar a pista. Boa pedida pra quem curte tech house mais hipnótico que explosivo.
Seleção da N9VE, cruzando o que mais repercutiu recentemente em Beatport, Traxsource e outras fontes da cena eletrônica.



